Atònita é uma sonhadora inescrupulosa. Agarrada à sua inocência, ela é capaz de pular de um penhasco e fingir voar. Vive em um espaço austero com alguns móveis antiquados. Ela espera por um chamado que nunca virá. Como sobrevivemos quando nossa dor nos penetra até os ossos? O espetáculo é um abalo clownesco sobre saudade, memória e esquecimento.
Sobre Georgina: É formada na escola de circo ESACTO-LIDO, em Toulouse/França e na escola de circo Rogelio Rivel, em Barcelona/Espanha. Participou de projetos de mediação cultural com os “clowns sans frontières” e a associação “les Mains Libres”. Atuou no espetáculo “Tumulte”, do Blick Théâtre e “Brut, de Marta Torrents.
Criação e interpretação: Georgina Vila Bruch
Design de luz e administração: Flora Cariven
Criação musical: Antoine Bocquet
Dramaturgia: Fabio Sforzini
Sensibilidade e humor: Marta Torrents